É o porta-voz do Conselho Nacional da Comunicação Social (CNCS).
Jornalista formado na antiga União Soviética e com um mestrado feito no
Brasil, é quadro da Rádio Nacional de Angola, há mais de 20 anos .
Lecciona também no curso de Comunicação Social da Faculdade de Letras
da Universidade Agostinho Neto
Luís Gomes Sambo é um médico angolano que responde pela Organização Mundial da Saúde a nível da região africana. Para este seu segundo mandato, o médico que já foi distinguido, em 2009, com o título de doutor Honoris Causa, centra a sua actividade em seis grandes pilares, sendo o primeiro continuar a trabalhar para vincar o papel de liderança em matéria de saúde pública na região africana; o segundo consiste no apoio ao reforço dos sistemas nacionais de saúde; o terceiro visa dar prioridade à saúde das mulheres e das crianças. O quarto é a luta contra o VIH/ Sida, o paludismo e tuberculose. O quinto pilar versa sobre a intensificação das actividades de prevenção e promoção da saúde, e o sexto pilar tem como meta as doenças tropicais negligenciadas e as doenças crónicas
Trazemos, nestas páginas, uma conversa com um dos mais conhecidos juristas angolanos. Raul Araújo é também o novo Decano da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto. Falámos sobre as dificuldades da Faculdade, da falta de professores e dos males que vão pelo sistema de justiça. Mas falámos também do que poderá ser feito para melhorar e do que já se vai fazendo
Depois da classificação de risco atribuída ao país pelas três grandes agências internacionais de rating chegou a vez de notar as principais empresas, públicas e privadas, nacionais. Michael Korwin, vice-presidente da Moody's veio a Angola com esse objectivo.
Conhecedor dos problemas ambientais, João Serôdio é um especialista que acredita que o lixo produzido em Luanda não é lixo na verdadeira acepção da palavra, mas sim areia e pedra. Pelo sim e pelo não, o seu aproveitamento não tem sido o mais eficaz, razão pela qual defende que ele seja permanentemente reciclado para a extracção de matéria-prima.
Embora exista há 13 anos, o Instituto Nacional de defesa do Consumidor (INADEC), só agora começa a sair do anonimato. Elsa Bárber, investida no cargo há um ano e seis meses, diz ter já ao longo desse tempo obtido alguns ganhos com a introdução na Carta Magna (Constituição), de vários artigos sobre a defesa do consumidor angolano. Todavia, ela acha que as penas, as multas aplicadas ,ainda não são desencorajadoras, razão pela qual pugna para que a violação ao direito do consumidor seja considerada crime.